Província Salvatoriana repensa e projeta o futuro

Todas as organizações, civis ou religiosas, vêm sofrendo grandes pressões para mudar os modelos utilizados de gestão, em resposta a complexidade administrativa e social que vivemos.

A atualização da maneira como vivemos a missão do fundador e o como a gerimos é necessária e urgente. Com o advento de novos desafios, torna-se indispensável a adoção de uma visão holística, mais ampla, lastreada
por uma atuação sistêmica nas ações a curto e médios prazo, sempre de olho no futuro. Boas iniciativas já foram realizadas anteriormente na Província Salvatoriana Brasileira, o PRP (Plano de Renovação da Província) e a
Análise Institucional, foram passos importantes e necessários no seu tempo. Hoje, novos desafios batem à nossa porta.

Em busca de sermos mais eficientes na missão assumida, a Comissão de Apostolado e de Formação Permanente,
com o apoio do Provincialado, optou pela utilização de uma ferramenta vital e de suma importância para preparação do Capítulo Provincial, que será realizado em outubro: a elaboração de um Planejamento Estratégico.
Um bom planejamento pode representar um diferencial para projeções, com base em diversos indicadores, dando suporte para a tomada de decisão sobre os rumos a serem seguidos.

O Planejamento Estratégico é um instrumento precioso para qualquer organização, permitindo identificar, metas,
objetivos, traçando com clareza a nossa missão, visão e valores, conhecendo as oportunidades e ameaças que nos cerca, os nossos pontos fortes e fracos, afim de configurar a situação atual da província. Com profundidade e
clareza, almeja-se construir uma base sólida de informações para tomada de decisão, no presente, com base no passado e projetando o futuro, tendo clareza dos desafios, na busca incessante viver melhor nossa razão de ser
como salvatorianos.

Isso exige uma análise constante das nossas estruturas, de novos modelos de avaliação e de gestão, ensejando o exercício do pensamento sistêmico, participativo e corresponsável. Esse planejamento está sendo construído comunitariamente, com a participação de todos os confrades das comunidades espalhadas pelo país. O futuro
que queremos, iluminado com o aprendizado do passado, depende do engajamento e da participação de todos.

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